segunda-feira, maio 15, 2017

2ª versão revista e ampliada do texto s/ a visita papal e outros assuntos publicado neste blog a 13 de Maio

sem as duas fotos de Manara, visíveis no primeiro texto

Da coluna montante da luz


 Assim era o dizer na rádio do papa Francisco ontem à tarde na rádio do táxi em que a casa voltava depois de ter publicado os postes anteriores, onde de alguma forma uma coluna pode ser entendida no raminho de oliveira presente na bandeira americana por detrás do presidente Trumps.

Outra estava igualmente presente na minha consciência, pois de novo publicara pranchas de Manara sobre a historia da foto que reproduz o guitarrista cego de Picasso, período Azul, e ainda por outros motivos, como o assassinato de Sá Carneiro e a relação entre montante, a pique na vertical como os jatos representados na estátua do Areeiro, bem como outros jatos, igualmente memórias consteladas, sobre NY no 911, um particular que se vê a sobrevoar a cidade antes da derrocada das torres, e uma outra coluna montante de luz, a representada na gravidez da figura robot feminina dos PR 84 em analise como comentado em vídeo e em escritos, uma precisa figura feminina que é muito semelhante como relembrado à Rita Ferro Rodrigues, ou seja como entendível por este breve resumo, e como sempre se misturam e muitos assim o misturam em forma propositada também, os sempre múltiplos sentidos das coisas, ou dos factos ou da existência.

Da linguagem perdida dos guindastes, ou dos grous.

Agora, talvez há meia hora se tanto, no café na TVI, um direto sobre a presença do papa que deverá estar neste momento a descolar, e de novo a perceção de sempre, da tremenda construção mais uma vez com a ativa presença do cavalo criminoso presidente desta republica de abusadores e nazis, e não confundais perceção com subjetividade pois quem viu ou veja a transmissão directa o poderá facilmente comprovar pelos seus próprios olhos, o que lhe faltará é porventura o que eu aqui vos dou, o contexto.     

Plano do aeroporto militar de Vila Real, um F 16 descolando sozinho como no 911; plano do presidente cavalo criminoso, olhando-o com ar de drama e apontando com o dedo, plano do avião da TAP com o nome de Fátima aguardando o papa, enquadrado como verificável em forma que se lesse PF e uma passadeira vermelha no meio da pista de Vila Real, a cidade com o símbolo da Espada; cavalo criminoso presidente cumprimentando o papa já ao pé do avião, rodando a face em forma excêntrica no meio de vénias ou pseudo vénias à excelência parda vestida de branco como uma vestal, a mimetizar, creio que em forma perfeitamente consciente aspectos dos meu ultimo extracto publicado e de específicos desenhos, sobre a linha do que se pode também entender como uma coluna montante luminosa, pois costuma dar uma espécie de Luz também, e que neste caso se move como verificável no doc. em forma excêntrica, ou seja e ainda aspectos da América do sul e do Japão e da América e de França e de Joanne D´Arc; plano de ontem talvez pela noite no manto das velas de luz em Fátima; plano talvez de hoje ou de ontem recebendo comitiva selecta e distinta ao próximo debaixo do toldo dos pastorinhos, talvez o miúdo de Cristiano, a quem quando ele se sorri em forma malandra como que leva uma pequena estalada na face, sem violência mas não deixando de o ser.

Ainda vos acrescento, neste roteiro da TVI sobre o qual peço peritagem pois mais uma vez é prova da constante construção criminosa e de tentativas e actos que podem ser considerados com vista a incriminação e nas vezes tem levado à morte como recentemente aconteceu com a jovem italiana em Londres, com a participação do criminoso presidente da republica portuguesa, que a própria pivot da reportagem que se encontrava em estúdio, tem breves trejeitos de expressão como quem sabe que se trata de mais uma tramoia, isto é uma propositada construção com propósitos criminosos, sendo evidente em alguns dos planos dela, esta mesma consciência, quero com isto dizer que a TVI actuou em forma conluiada com as autoridades do estado português, como o criminoso presidente nesta construção.

Num plano mais subjetivo, na parte final do cortejo automóvel ao chegar já à base militar, onde antes se vira uma estátua de um jacto também em forma de elevação quase vertical, recente linha com a primeira general do estado maior da aviação em dia recente comentada por mim, no âmbito de uma outra e da mesma linha, capa de um dos pasquins nacionais, corriam quatro ou cinco guarda costas de fora do carro papal, a lembrar a testemunha, ou o guarda costa, filmes norte americanos, com a bela Houston, um nome que ressoa em assuntos da NASA também, no balcão do café um senhor dizia, com uma carabina telescópica a 3 km se mata alguém, e certamente que nenhum guarda costas irá ou iria oferecer o corpo à bala, uma dos guardas era uma guarda de cabelos solares, parecei belo e a conversa com o senhor estranha, uma outra senhora ao balcão se virara para mim e me pedia desculpa, de quê lhe perguntei, de lhe ter batido com a mala o que não fora o caso.

Refiro um outro detalhe gestual do actual criminoso presidente da republica portuguesa, repetido por algumas vezes no aeroporto, levava ele a mão à franja do cabelo como se a tivesse e o vento a tivesse desalinhado, um gesto que nunca lhe vira antes e que reproduz um gesto repetido e recentemente por mim evocado de António Guterres, ou seja, não me parecendo ser um gesto do primeiro parece ser uma referencia indutória relativa ao segundo.

Marcelo Rebelo de Sousa é um fazedor de sombras neste crime de conspiração internacional, e as faz desde que apareceu na RTP com o programa semanal que o promoveu e os espelhos de barbeiro que no decor refletiam em azul e amarelo e em todos os ângulos, o quê?

A verdade e a justiça?

A luz da coluna montante luminosa, num caso de um crime de um roubo de um filho e de escravatura?

A ausência sistemática de respostas, não se coaduna com tal possibilidade.  

Depois de publicar este sábado, 13 de maio a primeira versão destes textos, nos meus blogs, na papelaria do calvário, de novo a prova da construção, e consequentemente de uma intenção que se quadra em aspectos da minha analise actual, nomeadamente as questões relativas às pedras grandes, ou seja, todas as capas dos pasquins, Expresso incluído, apresentavam a mesma foto com pequenas e subtis variações do papa em Fátima, o que obviamente é prova de uma construção em associação de malfeitores.

A foto consistia em o papa olhando de perfil a alguns metros uma estátua de N Senhora, em cima de um pedestal, com uma pedra grande ao lado, que mais parecia um meteorito, visível do lado esquerda da Senhora com uma moldura de gente afastada alguns metros em meio desfoque.

O detalhe era um homem, ou melhor uma silhueta de um homem de cabelos solares que se pressuponham grandes, em desfoque que aparentemente vestia um casaco idêntico ao que de novo publiquei em fotos em resposta à linha do yahoo do vinco no ombro de Obama, que antes de mais relaciona o cálice visão na igreja de S. Domingos em Lisboa sobre Beslan, e recentemente a questão das fraldas na imagem da candidata robot dos PR 84, quase parece a segunda revelação de Fátima sobre a Rússia como inimigo, o que alias como sabeis porque assim vos relatei, alguém passado largo tempo desta tragédia que matou 200 crianças na escola russa, ao tempo do triplo cordão, me fez chegar em projetado e escuta anónima em espírito, que a Rússia era nossa inimiga, como quem assim justificasse a matança, ao que soma ainda a de agora referencia do papa sobre coluna montante luminosa como imagem de cordão.

Em verdade esta associação era expressamente propositada assim em forma subtil e indutória num dos jornais onde se via a tal silhueta do homem de cabelos solares e casaco azul com debruado a amarelo, pois de imediato me lembrei do Nuno Távora, pois foi com ele e o Fernando Soares, hoje TVI,   que fiz uma reportagem de fotografias e de textos sobre os segredos de Fátima que abordei no meu livro da vida há largos anos atrás, só não me recordo dele vestir um casaco semelhante, se é que já existiam nesse tempo.

Numa outra capa no mesmo escaparate, Nuno Judice, citado diversas vezes no livro da vida, olhando de perfil, com um titulo que dizia, um advogado não deixa cair o seu cliente, com uma enigmática expressão de culpa e preocupação, sem outro conteúdo passível de ser descortinado nessa imagem e neste titulo, me pergunto e vos pergunto, cair de onde ? de uma coluna montada, como a de um guindaste ou da luz? De uma elevação não autorizada como na sugestão de Rajoy e da Política Positiva?, Como uma cobra que rasteja em DC e tem o condão de se enrolar à distancia na minha perna ou ainda de uma entrada ilegal em casa, ou mesmo de uma espécie de prisão encapotada domiciliaria com marteladas e canos de lulas recheadas à mistura para promover uns crimes como lhes chamais, de secretarias, com roubos de documentos à mistura, obviamente para não deixar cair um cliente misterioso, a bem da nação, ou será do naco?

Ontem minha mãe ao chegar a minha casa, me repetia o que já tinha ouvida antes na rua, que desta vez o papa se tinha portado bem em Portugal, e eu espantado, mas porquê? Portou-se mal de outra vez, na verdade acrescento que o miúdo que se vê em Fátima levar a suave chapadinha na face,somava ainda pelo cabelo, a sub linha das aguas correntes dos cabelos em Crista, ou em galo, ou os dedinhos de Le Page na foto da Adjani, pince nez na praia.


De uma fonte que ao que parece jorra agora um litro e meio de agua por dia

Ontem ao sair de casa para vir publicar, preparado assim me pareceu, um cruzamento com um senhor de barbas que me disse ser o proprietário da ultima cave direita, me disse ele, que agora depois da obras na coluna montante luminosa, azul e doirada, como um anel em cima da coluna, que andaram recentemente a mexer no exterior do prédio, uma fuga que já tinha na cave passou a jorrar um litro e meio por dia, certamente um milagre de Fátima, descontando as complexas linhas das colunas, das lulas recheadas mexicanas ou extraterrestres, de passes de entupimento nos canos e de destruição de propriedade, como mais uma vez vos acabei de mostrar, e até de vincos nas pernas de Obama e de cobras políticas que rastejam em DC , que cobram discursos políticos, e que se enrolam à distancia nas pernas ou nas colunas, e até nos ombros dos casacos. Antes das obras estranhas como vos dei conta, na coluna montante exterior do prédio pois não vi nada que o tivesse justificado, dizia o senhor que jorrava só meio litro por dia, ou seja, quer-me parecer que estas obras que andaram a fazer, responsabilidade da EPAL, presume-se, são parte integrante e atempada desta construção sobre cobras e lulas, assunto vasto que é como sabeis relativo a maddie e se estendeu também pelo Trumps ao outro lado do atlântico, os firewalls mexicanos e os PR 84, e à América do sul, como alias, a ultima encenação que dei conta do criminoso presidente cavalo, com a presidente do Chile, e do quadro de Picasso acima referido, Manara.  

Em verdade como sabeis dos meus extratos atuais já publicados, a rapariga da coluna montante de rotação excêntrica, no final dos tilts, jorrava agua entre as colunas das suas pernas, não para dentro de um vaso, ou seja não podendo averiguar eu, se meio, ou um, ou mesmo litro e meio.

De um passe com um jacto ontem pela noite à minha janela

Só perceptível pelo som pois trazia a persiana fachada, como se ao levantar do aeroporto de Lisboa em forma contrario à usual, quando o vento está de bolina, pareceu-me de repente que ia entrar pela janela dentro, como se vê falsamente ou não, duvida metafísica, nas torres de NY no 911 ou em diversos vídeos no youtube onde top guns cumprimentam as namoradas ou as nossas senhoras suas mães, ao passar rasante pelas suas janelas.

Ou talvez a metáfora visual da reportagem da TVI mais o PR criminoso cavalo a olhar um F 16 a levantar sozinho na base de Vila Real e se calhar antes a razar a minha janela ou mesmo depois de ter entrado a pé, um top gun, ladrão?

De um roubo do documento de recepção da minha acusação entregue em mão no patriarcado de Lisboa sobre o roubo de meu filho, Francisco

Vos dei conta em dia recente de um roubo em casa, como quase todos os dias neste crime com mais de onze anos, preparado com uma qualquer linha sobre política positiva, (sub linha PP, PT e ES, Cristas e Rajoy e PUB) abusos e solicitadores, e que depois de ter organizado um monte de papeis, como sempre de seguida alguém aqui logo veio roubar, um sub padrão nestes crimes de roubos, levarem-me a organizar os papeis com base numas quaisquer patranhas, para depois lhes facilitar a busca e o roubo.

De um recibo de um edito roubado como os do 911

Hoje de manha buscava o recibo que se encontra publicado ao tempo da entrega no patriarcado de Lisboa, ainda Policarpo estava vivo, recepcionado por uma senhora que ao colocar o carimbo que lhe pedi, sobre a assinatura dela, o carimbou de pernas para o ar, como a desvelar inconsciente de uma qualquer inversão, e esta precisa prova foi também roubada agora, isto é, no conjunto de documentos que vos dei aqui conta de terem sido recentemente roubados, me pergunto e vos pergunto se terá sido a comitiva papal aproveitando Fátima, e anunciando que o culto dos pastorinhos, será universal, o que parece uma redundância teológica, estranhamente a ressoar em Universal como major americana.

Vos recordo que a minha acusação como vos mostrei em vídeo, ia enrolada dentro de uma canudo de papel com estrias como o veio da estátua do falso imperador D Pedro V no rossio, Maximiliano, sul americano, como um édito romano, semelhante em proporção aos que vimos na mãos dos pivots das televisões americanas no 911.

Resposta a esta acusação à Igreja de Roma por envolvimento no roubo de meu filho Francisco, é que como sabido nunca ainda a tive e continuo a exigi-la!

No seguimento dos extratos sobre o crime de perseguição nazi feito pelo estado português e pelos psiquiatras com o conluio dos tribunais, que venho de novo a publicar, e como referido num dos já publicados, o envio desta minha acusação que como usual neste crime de conspiração internacional passado todos estes anos se encontra sem resposta, vos mostro e de novo provo o envio ao tribunal de Portugal e ao Tribunal Criminal europeu, vulgo Cúria, um termo igualmente da Igreja Católica dos abusadores de crianças e de O Cristo. 

Versão revista e ampliada, do publicado dia 13 de maio ainda no mesmo dia, e que será publicada de novo na próxima vez que publicar.

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