quarta-feira, dezembro 21, 2016

da metalinguagem deste crime de conspiracao internacional

Da metalinguagem do meu pai feito goobetweener ou outra coisa qualquer como uma obrigação a quem serve e a quem o trás vergado neste crime, me telefonou ele na semana passada depois de cá ter estado, me dizendo em voz profunda e solene que, como eu sabia, minha mãe fazia anos dia 16, e que se eu lhe quisesse dar uma grande alegria lhe telefonasse.
Foi a primeira vez durante toda a minha vida que não lhe dei os parabéns, a ele, já o deixei de fazer nestes últimos dois anos, estas são as consequências reais deste crime nazi nas vidas das famílias.
Deverei ainda entender nas entrelinhas da precisa formulação, Grande Alegria, um acrónimo, como GA, Grande Arquitecto das casas maçonicas ou outras, a ressoar nas linhas vindas das cartas do tribunal criminal europeu quando o juiz presidente Mr. Jaeger, decidiu no processo da minha demanda de apoio judiciário, substituir o meu nome, por este acrónimo cheio de significados como sabeis dos meus relatos e das minhas investigações.
Espantariam-se meus olhos se ainda se pudessem espantar. 
Me recordo de Margarida Rebelo Pinto, I´m in love with a Pop Star, qundo se referia a mim até umas decadas atrás, quando havia gente neste cidade e neste país que ainda me conhecia, dizia ela a terceiros, que eu era um homem com valores de familia, que quando o natal chegava, por mais festas que houvesse, eu era aquee que ia sempre cear na casa de meus pais.
Talvez me recorde disto tambem pela aparição de Madona na semana passada feita a estrela brilhante do do Jardim das Hesperides, e de ter ouvido uma estranha em seu tom, projecção, que não te casarás com uma bonequinha, como alguem em acto de posse, ciume, ou destruição de amores alheios e em verdade, dela em seu inicio de carreira, fotos como uma bonequinha, uma bonequinha como muitas outras antes e depois do imaginário americano, assim como entediadas na vida, quem sabe porque desejariam ser mais beijadas, ou talvez não me toques muito, que se não desafino, assim plenas de tiques, trejeitos e exigências de divas, desde uma c l até uma jolie há largos anos atrás.
Sexta feira passada passei pelo atelier do José Adrião, como com ele combinara previamente, pois ficara ele de ver se trazia um antigo scanner na garagem, ao que parece não, me disse ele ao entrar, está ali a minha irmã e lá estava a Margarida ao fundo do atelier entretida com alguns papeis ou desenhos, me dirigi a ela e nos cumprimentamos desejando-me um bom natal, quando me perguntou como eu estava, eu lhe desfiei o rosário, então não sabes que trago um filho roubado desde 2006 e dele nada sei, gelou ao momento, e a conversa acabou naquele preciso momento, estranho, no chão uns mosaicos grandes como uma amostra, a me recordar os mais pequenos aqui nestas estranhas obras da casa de banho e da cozinha com numeros de telefone de Nicole Kidman perdidos para deitar abaixo aviões. Estranho tudo isto, sempre a mesma reacção daqueles que conheci no passado, qaundo lhes digo a verdade, é como se não ouvissem ou mesmo soubessem e tudo gela ao momento.
Da primeira vez que á passara, ao entrar, nas fiadas laterais dos computadores, belas e belos, e os costumeiros sorrisos, com duas excepções, um que sempre parece me tratar como uma especie de suspeito e a cada vez que entro logo sai e começa ao telefone, e desta vez, uma rapariga que mal me viu, fez uma expressão porventura inconsciente de desagrado, olhei-a espantado ao momento, e me disse que parecida é com a Mila Jovovic, se ela na capa da Vogue do mupi da capitaão palas, deposi fiquei mais tarde a pensar, será que a usaram para fazer aquela foto?
Uma outra, um doce encanto, falei por breves instantes com ela, a trabalhar no cad, de volta com um projecto de remodelação da casa Fernando Pessoa, disse-lhe está muito mais friendly o autoc cad versão de 2015, tem mesmo um circulo de perspectiva que permite rodar em tempo real os desenhos, assim o fez, pondo ao momento a casa de pernas para o ar, como se FP passasse a PF, o meu acronimo. Que doçura na prontidão ao estímulo, à pergunta, e eu me lembrava do rapaz americano que vira a tentar por um motor de spitfire a trabalhar rodando o bendix por uns bons dez minutos, e depois voando numa réplica dos irmãos wrigth, dizia ele no final, é preciso estar sempre a voar, uma bela expressão, como quem diz, é preciso sempre estar a corrigir o avião, não que tivesse tido necessidade alguma de a corrrigir, mas de repente, me disse, a bela rapariga parece o avião do outro.
Ontem ao final do dia na televisão do café depois de ver a Irina na capa do pasquim CM com um sugestivo titulo de que só o anel de noivado custara uma quantia astronómica, quando ao final da tarde lá voltei, de Ankara se dava conta da morte do embaixador russo.
Na semana passada num taxi conduzido aparentemente por um sorridente ucraniano, me mostrava ele no telefone móvel, duas fotos, do que pressuponho ser a terra natal dele, pior... qualquer coisa ou qualquer coisa assim, sobre a qual dizia não ser conhecido pois não tem equipes de futebol, e duas belas paisagens nevadas e alvas, o que parecia uma dacha no meio de uma avenida de árvores, e uma outra com uma igreja em tons lápis lazuli nas abóbodas celestes ou terrenas, e depois, uma outra, aparentemente de Portugal, no mesmo dia, com flores abertas que me pareceram ao momento amendoeiras em flôr, e falámos do contraste do tempo, eu que achava o dia frio, o que para ele seria como primavera, estranhas imagens como algumas facetas das análises sobre o algarve recentes incluídas no meus ultimos extractos publicados, Zoom de 82 ou o infinito do mar,  e da queda de Entre Rios.
Depois lhe contei como a Rússia tinha escolhido a religião, que o Czar ao tempo enviara um emissário percorrer o mundo para observar as diferentes religiões e que quando voltara apresentara um relatório, onde dizia que os ortodoxos eram os mais belos, que cantavam, e que outros padres de outras religiões inclusive não se lavavam, que eram ou andavam sujos e assim reza a história que a igreja se tornou a oficial, dizia-lhe eu no final, só não me recordo qual Czar, se Ivan o terrível ou o Pedro, ele me disse com uma certeza quase veemente, que tinha sido o Vladimir, mas não o Putim.


early photos of Madonna and one in one of the albums 91 92 , that I had the doubt if they had forgery her photo meanwhile


the memory image that I have about her photo, the last above, is similar but not the same and as proved they are forging all the memories , evidences and facts. 

Why? 

because this photo, the one that I remember, makes posteriors connections, namely with one of the recent Nicole Kidman images, ( ref last movie announced, her and the boxes as symbols of the cubic stones). this facts are important concerning one of the major robber concepts at that time, the MTV.






beautiful and sweet soul of Ann Sheridan and a poupe style lady , Carole Lombard