segunda-feira, dezembro 29, 2014

Avião da AirAsia

letter to the pt president, to the pt state council, to judge president of curia

Exmos Senhores

Presidente da República portuguesa

Senhor Cavaco Silva

Senhores do conselho de estado

E ao Presidente juiz do tribunal criminal europeu

Senhor Jagaer

Cartas registadas com aviso de recepção

Lisboa, Dezembro 22, 2014
Exmos Senhores

Como é do vosso conhecimento, está o senhor acima mencionado, implicado em diversos crimes, não só contra mim e meu filho, mas contra a República Portuguesa e os cidadãos, e os comportamentos criminosos desde que assumiu funções são prova deste mesmo facto e afirmação, e tal é também a substância da queixa-crime contra si, por mim apresentada no tribunal criminal europeu.

Recordo-lhe que a seguir ao roubo de meu filho, salvo erro e de memória, visto que os mandantes deste crime tudo fazem para que eu não possa ter acesso a meus arquivos, sistematicamente roubando e adulterando as provas, em 2007, o tentei contactar no âmbito das suas funções, pedindo a intervenção no sentido de me garantir os meus direitos e os direitos de meu filho de acordo com o que a lei define nestas matérias.

E ao tempo, o que é uma constante neste crime, de novo aconteceu, negação da existência de envio de correspondência, arquivamentos sem despacho assinado, negação de explicações sobre tais criminosos factos, promessas não cumpridas por pessoal da sua casa civil em relação à prossecução do caso e sem posterior desenvolvimento, a não ser passado o igualmente constante período com que sempre pretendem escamotear e fazer esquecer na consciência de muitos a existência destes crimes e dos comportamentos criminosos, a demissão do na altura seu braço direito de muitos anos, que como afirmei, pelos argumentos também veiculados na opinião pública na altura, não me deixou de parecer estar, também relacionado com este crime na presidência da República portuguesa, ou seja ainda, o que parece ter sido um sacrifício, com a agravante, de nunca ter corrigido posteriormente o crime, e do que tal acto também demonstra do seu carácter e da sua postura política, ao que acresço recordando que esta demissão do na altura chefe da sua casa civil, por outros elementos analisados e publicados na altura pode ter tido ainda a ver com algumas tragédias na Grécia, nomeadamente, uma sequência de quedas de aviões da Hélio, e dos incêndios de verão.

Todos os detalhes destes factos foram escritos e publicados ao seu tempo no meu blogue ourosobreazul.blogspot.pt. 

Recordo-lhe como amplamente provado pelos factos, a existência de motivações criminais de sua parte, nomeadamente no roubo ao longo destes anos de discursos políticos que nas vezes vai até à cópia protagonizada pelo senhor, nomeadamente em discursos e intervenções televisivas, dos gestos e posturas com que os interpreto.

E lhe recordo de até terem surgido notícias nos jornais de que o senhor era incapaz de escrever os seus próprios discursos e que era sua mulher que o fazia, mas o que se deve esperar de um homem que quando foi eleito secretário-geral do PSD na Figueira da Foz, posteriormente o justificou em termos públicos, dizendo que só tinha ido ao congresso para mudar o óleo ao carro ou para lhe fazer a rodagem, ainda por cima, com todas as constantes tentativas de construção de paralelos invertidos como detectados e explicados a seu tempo, que comigo tenta estabelecer, ao longo do tempo deste crime de roubo de meu filho e de muitos outros.

E lhe recordo ainda que ao tempo da sua primeira eleição como presidente, terem surgido suspeitas públicas de crime de manipulação de resultados, à imagem da mesma queixa feita pelos equivalentes socialistas americanos aquando da eleição do presidente Bush, ou seja ainda, indiciando a eventual presença de métodos semelhantes partilhados por casas politicas semelhantes, e que no caso português um homem que denunciou estas manipulações, foi na altura morto em forma suspeita e que como useiro as investigações foram cobertas, com a agravante de que crimes de manipulação eleitoral, trás Portugal um pesado histórico ao longo das décadas deste regime, como amplamente provado por numerosos factos, nomeadamente o momento em que os cadernos eleitorais tinham segundo informação da altura setecentos mil votantes fantasmas, numero que percentualmente em relação ao universo do votantes não é despiciendo como o sabeis.

Ou da segunda, em que o senhor foi eleito por um número reduzidíssimo de votos, numa abstenção que se tem sempre tornado crescente expressando claramente o repúdio das gentes deste país aos governantes e modelos de governar, e que como a todos disse recordando nesse momento, levaria um homem de princípios e respeito pela Republica, pelo estado de direito e pela lei, a nunca aceitar ser presidente nessas condições, mas o senhor à imagem de todos os outros sem excepção, demonstrou também nesse momento, que o que vos importa mais que tudo é o exercício do poder e o pervertido uso que em constância deles fazeis, sem peias em perverter assim a regra fundamental da democracia e da representação da maioria, mesmo que entendida como simples, por no mínimo aquilo que se pode considerar como uma auto autocrático e a implementação de uma autocracia, termos que são da família dos regimes ditatoriais, fascistas e nazis.

Mas de si como cidadão não seria de esperar uma outra atitude, como sabe em tempo recente reemergiu de novo os anos de 95/96 no âmbito da análise de um conjunto vasto de tragédias pelo mundo fora, onde se inclui entre outras a queda das torres em NY, e no âmbito da análise da um número da revista Visão relativo ao ano de eleições de 96, a memória, na altura narrada nas televisões de um colega seu de escola primária que deu de si nesse momento a todos o retracto do homem que é, como um sádico com a agravante de ser na sua infância também chefe e mandante de actos sádicos. 

Talvez esta faceta mais profunda de seu carácter possa explicar pelo menos em primeiro grau, a sua participação activa nos crimes de continua devassa que contra mim levantam desde décadas e muito principalmente desde o roubo de meu filho como também estratégia da manutenção do crime, como provado no caso a que chamei da cadeira de design e dos filmes pornos, neste caso com sua própria mulher, que configuram crimes contra os direitos humanos e da pessoa, de espionagem ilegal e roubo, integrando nas vezes processos de tortura, que podem ainda nas vezes, serem processos parte integrante de actos de terror de larga escala como a todos explicado em detalhe ao longo dos anos, nomeadamente por pré intenções e motivos de criação de AB reacções, ou ABC reacções, e assunto mundial ao que parece muito em voga se atender como tenho a todos explicado, o protagonismo de muitos políticos do mundo e até do papa as vezes até com repercussões em cenários de guerra como Israel e Palestina.

Pois, até outros graus de intenção, natureza e dano criminoso, se escondem por detrás deste primeiro tantas vezes tentado apresentar aos olhos de segundos e terceiro como se de brincadeiras pueris se tratassem, pois crimes bem mais gravosos se escondem e desvelam nestas estratégias da manutenção do roubo de meu filho, como a escravatura que visa o roubo constante de biliões, não só meus, isto é gerados por mim, como também do erário publico, contínuas tentativas de incriminação de tudo e de nada, contínuos actos criminosos de abuso de poder, que sempre desvelam a arrogância e a prepotência de quem os ordena e faz, e que são inclusive crimes em algumas das suas facetas contra a Republica, a lei e o estado de direito, contínuos atentados a minha saúde e vida, e todo um conjunto contínuo de actos de puro sadismo como parte integrante do que criminalmente se tipifica como crime de tortura, que integra ainda roubos inclusive de desenhos de meu filho aqui de minha casa e destruição de todo o tipo de propriedade, como a todos tenho vindo a provar exaustivamente ao longo dos dias dos anos em que dura este crime contra mim, meu filho e muitos mais, acompanhado sempre pela mais simples das deduções, até por razões de o senhor viver aqui na proximidade de onde me encontro e de ter sempre uma segurança própria, como seria impossível o senhor não conhecer, participar, ou cobrir, estes actos. 

Como dizia recentemente num beijo público à menina Mariana Monteiro e à Senhora Hillary Clinton, o problema é sempre consonante com a natureza humana, que leva os homens sempre a se agruparem por afinidades, que em sociedades de pouca cultura e consequentemente de tendência e prática autocráticas, sempre se agrupam ao redor de um chefe e assim as características de quem personifica esse cargo e que o dano é proporcional aos poderes que lhe estão atribuídos pelas funções que carreia na Republica.

Ou ainda, à luz da recente demissão do ministro Miguel Macedo com aparente ou em parte responsabilidade sobre as secretas portuguesas e dizendo que se demitia mas que a responsabilidade não era dele, num contexto onde a imagem complementava outras bem mais negras linhas, como a eventual queda de shuttles ou mesmo de sondas e detalhes de leituras no MNE, também protagonizadas pelo senhor em fotografias recentes no Sapo como comentado na atura, me levou à seguinte questão, mas então quem tem a responsabilidade na secretas será uma das questões a colocar, e pela orgânica da Republica, tal função cabe ao senhor, ou seja ainda, deduz-se que a responsabilidade, ou pelo menos, uma certa responsabilidade lhe será atribuída, a questão como sempre, é, sobre exactamente que assunto, assuntos ou mesmo tragédias, mas o que se pode esperar de uma República onde os crimes e os criminosos reinam impunemente e relembrando que outros assuntos se encontravam e encontram na mesa ao tempo desta demissão, como os relativos à análise dos painéis e das diversas desgraças que contam em termos mundiais, incluindo Maddie, e os jovens mortos aparecidos no Meco, e ainda mais umas erupções, Japão, Singapura, Cabo Verde com charutos à mistura, que não é só uma imagem de Cuba, como também de um dos seus correligionários partidários, Alberto João Jardim. 

E ainda relativo ao crime que mantem contra mim, imediatamente anterior à demissão do ministro de novo roubo de diversos documentos e adulterações, que são peças das minhas investigações e provas deste mesmo crime e muitos outros, e a recorrente sempre questão e mais do que questão, facto criminoso, de que nem as queixas me são garantidas nesta Republica, nem os direitos e as protecções que me são devidas como cidadão pelas leis. 

É um facto que neste crime contra mim e meu filho e muitos mais, se encontram roubos avultadíssimos, que são motivação e prepósito criminoso, e que tem desaguado não só em Portugal como em diversos lugares do mundo e portanto é de deduzir também a existência de um eventual interesse económico da sua parte na manutenção deste crime contra mim, meu filho, e muitos mais.

E crimes económicos, de corrupção, e favorecimento também contra os cidadãos desta República, é o que senhor tem constante cobrido no âmbito das suas funções de estado, como o crime ficcionado e a ficção criminosa da dívida pública claramente o demonstrou, pois não garantiu o senhor nem o que seria básico de esperar, que os governos na sua égide respeitassem a lei e especificamente as decisões neste caso do tribunal Constitucional.  

Só de memória, me recordo do seu perfil e crimes neste domínio, ou por esta motivação, a económica, como por exemplo quando era primeiro-ministro, do negócio com o coronel da Lusomundo que incluiu a venda do edifício sede do DN, órgão de informação sempre envolvido nesta conjura, como o expus na altura em que estes factos se passaram.

Ou ainda já quando presidente, dos seus negócios pessoais com acções, que pelo que se tornou público nessa altura, reforçou a consciência do seu envolvimento neste crime, um crime recorrente em Portugal, transversal a toda a classe politica e não só, nomeadamente através das empresas públicas. 

Ou ainda depois de assumir as mesmas funções, o facto da nomeação do seu genro como cabeça de uma rádio pública, Antena 3, e que desde há décadas é suportado e muito bem pela indústria discográfica e de entretimento americana nomeadamente através dos festivais que organiza, um dos quais eu escolhi e aconselhei antes mesmo de ele lá existir, crime este, o da nomeação, que mostra o compadrio e favorecimento que tem pautado toda a classe politica sem excepção ao longo deste regime e que se constitui como crime contra o estado de direito e a república portuguesa.

E ao escrever estes exemplos de factos criminosos no domínio económico e do dinheiro, me veio à memória um outro que dei conta já há muitos anos no meu livro da vida, de ter sido numa das rádios do seu genro que dei uma entrevista sobre a situação do mundo poucos meses antes da queda das torres em NY, e que como posteriormente analisado me pareceu depois ser também como um grito de alerta, e este facto e memoria, aparece ao conscientizar que efectivamente o senhor tem sido uma espécie de constante porta com a América, que como bem sabe é um dos países mundiais onde muitos roubos à minha pessoa tem acontecido ao longo da minha vida e em particular neste últimos anos na vertente de escravatura que este crime contra mim e meu filho também é, e ainda que é também no domínio das discográficas e da Universal, e de uma edição pirata que uma morte se deu, sem até ao momento ter conhecimento de quem por ela foi responsabilizada.

Outros factos que ocorreram até a data durante o seu mandato, como amplamente explicado e demonstrado, provam igualmente, por um lado, o seu conhecimento do crime que ocorre contra mim e meu filho desde que o roubaram, bem como a sua activa participação na manutenção do mesmo e no que à primeira vista se apresenta ainda como plausível de indiciar a sua participação em actos de terrorismo internacional, e ao mesmo tempo, crimes de perseguição contra minha pessoa, bem como o mando de assassinatos em Portugal como numa sequência de factos na altura o provei.  

Recordo que na altura desta nova ilusão e antes mesmo da demissão do ministro com responsabilidade nas secretas, primeiro apareceu uma linha com um outro ministro da educação Nuno Crato, em torno da fórmula, ao tempo em que de novo abordava estes aspectos enquadrados na questão da conspiração mundial e dos planos de nova ordem, ao mesmo tempo que ia produzindo e publicando endereçado ao tribunal criminal europeu, a sequência a que venho a chamar de, inquérito público criminal, e que no meio de todo este crescendo, algumas das provas foram de novo adulteradas, nomeadamente vídeos, e que na sequência que sabeis de antemão que seria expectável, estava de novo a reflectir sobre os crimes no centro oficial da comunidade europeias e de uma matança na altura, de um conjunto de jovens socialistas numa ilha na Noruega, ou seja mais uma vez o mesmo padrão de sempre, onde muitas destas questões das adulterações não deixaram de ser espelhadas nos médias em formas aparentemente metafóricas, recordando neste exemplo, uma notícia protagonizada pela Juíza Presidente da AR, e por um advogado. 

E verdadeira e sustentada é a afirmação, que todas as forças políticas desse país trazem um pacto de silêncio em relação a este crime, e o constante, transversal e criminoso silêncio que tem sido igualmente perfilhado por quem representa outras instituições da República, incluindo as judiciais, sem nenhuma excepção até esta data, de igual modo o confirma, e levanta questões charneiras que ao longo dos anos a todos tenho endereçado. 

Que grandes crimes, que motivações criminosas, se movem por detrás deste criminoso agir, que criminosos objectivos almejam, quem, com tanto criminoso afinco todos protegem ao longo de quase uma década, ao arrepio sistemático das liberdades e garantias das Leis e da Constituição da Republica e dos básicos direitos humanos, num constante crime que prefigura antes de mais um contínuo atentado à República e ao estado de direito em si mesmo. 

E, que este crime de roubo do meu filho, acorreu após o Tsunami de 2005, que muitos factos apontam que os senhores, de mim e dele pretenderam nesse tempo nos tornar bodes expiatórios, bem como de muitos outros crimes, através da prossecução de outros crimes, contra outros direitos e garantias que as leis garantem aos cidadãos e como estratégia de manutenção do roubo de meu filho, de crimes de roubos de diversa natureza, como propriedade intelectual, no âmbito de um crime maior de esclavagismo, no qual a tortura e múltiplas tentativas de assassinato têm sido constantes.

Outro dos crimes que desde sempre também me tentaram fazer de bode expiatório como amplamente provado foi a queda das torres, ao que somado com o descrito alguns parágrafos acima, parece dar corpo a estratégia de escravatura e de roubo que tem sido parte integrantes deste crime contra mim e meu filho e muitos mais.

Relembro que este crime que mantêm contra mim, meu filho e muitos mais, não é só excepcional pela natureza dos constantes factos criminosos, mas também se constitui como crime contra a República portuguesa, contra a lei fundamental, a Constituição, contra o estado de direito de Portugal e contra os básicos direitos humanos consagrados nas leis, como o direito de queixa e o direito de defesa, neste caso de uma criança menor, meu filho, de mim mesmo, e de muitos mais, alguns dos quais não mais se podem defender, porque foram no entretanto mortos.

Da mesma forma como já dei conta ao tribunal criminal europeu, só num período aproximado de um ano, apresentei em forma pública, muitas das quais enviadas as respectivas entidades oficiais nacionais, como a Procuradoria-Geral da republica, cerca de setenta queixas de natureza criminal, sobre as quais em sua maioria, nunca obtive nenhuma resposta, e esta situação se arrasta desde o roubo de meu filho, provando a corrupção que reina em muitos níveis do estado português e da sua participação como primeiro-ministro na negação do direito fundamental de queixa e consequentemente de uma forma ou outra na cobertura dos criminosos por detrás destes crimes.  

Da mesma forma recordo-lhe que continuo a aguardar resposta sobre o crime de perseguição e dano contra mim cometido de internamento compulsório no hospital psiquiátrico Júlio de Matos, sobre o qual também apresentei queixa ao respectivo tribunal envolvido, ao ministro da saúde, à Procuradoria-Geral da republica e ao tribunal criminal europeu, onde para além do crime contra mim cometido, dou conta de uma eventual morte que no hospital presenciei e sobre a qual pedi um inquérito pelos factos narrados.

Exijo-lhe a si e ao Conselho de Estado as respostas que me são devidas pelas leis a mim e meu filho e peço a sua imediata demissão e prisão, por envolvimento no crime de roubo rapto e tortura contra meu filho e mim, por envolvimento na tentativa constante de me assassinarem, por envolvimento em crime de tortura, por envolvimento no crime de escravatura, por participação em constantes crime de perseguição e abuso de poder, por crimes de roubos de diversa ordem e natureza que contra mim acontecem neste país e não só no âmbito deste crime nuclear, e por suspeitas já apresentadas de participação em actos de terrorismo internacional e em mortes de individuais.

Que gente sois, que se mantem num absoluto e criminoso silêncio ao longo de todos estes anos que dura este crime contra uma criança menor e contra um pai e só esta frase diz tudo sobre a vossa qualidade humana que sempre é determinante nos que os homens fazem ou não fazem, como são e como actuam.

Como sabe, se estou ainda vivo, tal se deve entre outras razões, à caridade de meus pais, e por falta de meios económicos, agradecia que apresentasse esta missiva ao conselho de estado, pois contra os seus membros, de igual modo apresento queixa nas tipificações gerais dos crimes descritos nesta carta, nomeadamente no constante crime que em forma colectiva sempre vindes a praticar, contra o estado de direito, a democracia e a República portuguesa.

Se como habitual neste crime, se mantiver a sistemática ausência de resposta que tenho tido por parte de todas as entidades do estado e do governo português, mais uma vez assim fará prova perante todos e perante o tribunal criminal europeu da sua participação neste crime contra o estado de Portugal e contra dois cidadãos, meu filho e eu, e muitos outros, muitos dos quais, mortos no entretanto, sem mais aqui se encontrarem para se poderem queixar ou defender.

Com os meus cumprimentos

Paulo forte
  


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